Montar uma TV comunitária custa caro?

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Montar uma TV comunitária custa caro?

Montar uma TV comunitária é desejo de muitos que gostariam de exibir um canal com a identidade de uma comunidade ou região. No entanto, ao iniciar pesquisas nesse sentido, é comum surgirem algumas dúvidas. Ainda que pareça ser complicado e custoso começar uma TV do zero, montar uma TV comunitária pode ser mais simples do que você imagina.

Veja o básico sobre o que é preciso para montar uma TV comunitária:

1. Licença para transmissão

O primeiro passo para montar uma TV comunitária é decidir onde ela será transmitida. Além da TV aberta, também há a possibilidade de ter um canal em TV fechada. Segundo a Lei n° 8.977, de 6 de janeiro de 1995 a operação de uma TV à cabo exige a destinação de ao menos “um canal comunitário aberto para utilização livre por entidades não governamentais e sem fins lucrativos”. Esse canal deve ser sem fins lucrativos e existir para dar voz à comunidade e trazer conteúdos que sejam relevantes para a promoção social. Sendo assim, informe-se sobre a disponibilidade desse espaço.

Outra opção é criar a TV comunitária na internet. Hoje em dia está cada vez mais acessível criar uma WebTV e transmitir conteúdo não só para uma região, mas para todo o mundo, se necessário. O canal na web pode ainda servir como um teste para posterior migração em um canal na TV aberta ou fechada.

2. Estrutura técnica

Quando você já tiver as autorizações necessárias, é preciso iniciar o projeto básico para sua TV comunitária.

Nessa etapa serão levantadas as necessidades de estrutura, equipamentos, tipo de transmissão, operação, entre outras características. Opte sempre por bons equipamentos, contrate técnicos competentes e tenha a certeza de que seu conteúdo chegará da forma correta. De nada adianta trabalhar para produzir bons materiais se a qualidade técnica ao chegar na casa do espectador deixa a desejar.

3. Equipe e planejamento

Assim que a estrutura técnica da TV comunitária estiver montada, comece a colocar em prática a produção de conteúdo. A premissa de um canal como esse é que ele tenha relevância para a comunidade.

Por isso, ele pode trazer informações úteis na forma de notícias, mas também pode ser uma vitrine para a arte local, exibição de filmes e documentários que tragam algum valor cultural para a comunidade, etc. Tudo precisa ser pensado e planejado com antecedência. A TV precisa seguir uma lógica e estar no ar todos os dias, por isso pense bem sobre o conteúdo.

4. Playout

Já conseguiu um montante de conteúdo coerente e relevante? Agora é o momento de organizar a grade de programação e exibi-la de forma eficiente. O Playout é o equipamento responsável por essa gestão do canal de TV. Nele, está descrito e ordenado tudo que vai passar na programação do canal.

Ele é o coração de uma TV Comunitária. Por isso, procure um parceiro para fornecimento de tecnologia que seja confiável e esteja presente em todas as etapas da implantação e manutenção do canal no ar.

Como reduzir os custos da TV comunitária?

Os dois detalhes que não podem passar em branco nessa reflexão sobre os custos da TV comunitária são os equipamentos e as formas de transmissão. Essas escolhas iniciais farão toda diferença nos custos que vêm adiante, e poderão ser a diferença entre a viabilidade ou não do canal. Veja mais:

1. Equipamento certo para a sua necessidade

Para reduzir os custos da TV Comunitária é preciso pesquisa e planejamento. Existem equipamentos para todos os tipos de necessidade, por isso a sua operação precisa ser do tamanho ideal, nem maior e nem menor que o necessário. Como saber? Tendo por perto parceiros honestos, que prezem pela qualidade, mas que ao mesmo tempo saibam o tamanho das necessidades do cliente.

2. Transmissão via internet sem atraso (delay)

Uma opção interessante é usar a internet para transmitir o sinal da sua TV comunitária. A tecnologia evoluiu e atualmente já é viável ter um canal online sem atrasos (delay)  na transmissão e com qualidade full HD. Esse tipo de transmissão é mais econômico e se encaixa perfeitamente em muitos casos. A transmissão via internet de “baixa latência” (sem atraso)  pode ser usada tanto como caminho backup, ou seja, quando o sinal principal cai e a TV não pode ficar fora do ar; tanto como caminho principal, para operações mais enxutas como é o caso de TVs comunitárias.

Sendo assim, existem muitas formas de ter uma TV comunitária com baixo custo. Caso queira saber mais como funciona, nós da Digilab estamos disponíveis para uma conversa. Entre em contato!

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